Perfil

Nome Completo: Augusto Sergio de Oliveira Ribas.

Como sou conhecido: Guga Ribas.

Data de nascimento: 29/07/1964.

Peso: 68 kg.

Altura: 1,77 m.

Frases: Vença-se. / Meu único, e maior adversário, sou eu mesmo. / Numa equipe, convencer ou ser convencido, sempre. Vencer ou ser vencido, jamais.

Palavra: Superação.

Paixão: Competição.

Odeio: Derrotas. Apesar de aprender muito com elas.

Hobby: No momento, Esqui de inverno.

Música: De tudo um pouco. Ou quase tudo. Nacional e internacional. Mas tenho certa preferência pelo Rock Clássico e Contemporâneo. Exemplos: Pink Floyd, Elton John, Rita Lee e Capital Inicial.

Livro: Sempre o que estou lendo. Mas “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, li ainda novo e me marcou.

Filmes: Adoro os desenhos. Além deles, os filmes que me marcaram muito, foram: “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Carruagens de Fogo”.

Automóvel Ideal: Mini Cooper / Aston Martin.

Sonho de consumo: Paz.

Projeto pessoal: Tirar o brevê para poder pilotar um avião. Quero aprender a voar.

Prato predileto: Antes de me casar, eu responderia: arroz, bife, ovo, farofa e batata frita. Da minha babá! Agora, graças a minha esposa, aprendi a gostar de muita coisa. Hoje, tenho um paladar bastante eclético, saboreio um bom sushi/sashimi, um belo risotto di funghi, comida mexicana, churrasco, raclette etc. Mas sempre tento me alimentar de uma maneira saudável.

Bebida: Vinho.

Religião: Católico.

Time: Fluminense com muito orgulho.

Ídolo: Não chamaria de ídolos, já que nos ídolos não vemos erros. Prefiro chamá-los de exemplos, e tenho alguns:

  • No esporte:
    • Ayrton Senna: Não por seu inquestionável talento, mas por jamais aceitar seus limites, quaisquer que fossem. É ai que me espelho nele.
    • Bernardinho: Mais uma vez, não por seu talento como atleta, mas por ser um ávido estudioso, não só da técnica do voleibol, como também de todas as matérias que compõem a vida de um atleta que pretende um dia colher frutos duradouros de seu trabalho. Do Bernardo, tiro sua obsessão pelos detalhes.
    • Oscar Schmidt: Por saber como nenhum outro usar a força da sua emoção para melhorar sua performance, ao invés de atrapalhar o tão importante equilíbrio mental necessário aos atletas.
    • Gilles Villeneuve: Pela sua impetuosidade ao guiar um automóvel a 300 km/h. Desistir ou se conformar eram palavras que ele não conhecia.
  • Na família:
    • Saindo da especificidade do esporte, tenho sim pessoas nas quais sempre me espelho e são importantíssimas na minha formação.
    • Minha mãe: Uma guerreira inigualavelmente inteligente, de um bom senso e uma serenidade invejável, e se algum dia eu conseguir chegar perto da capacidade de superação que ela esbanja ainda hoje, serei imbatível.
    • Sobrinho e afilhado: Vitimado aos 11 anos por um câncer na medula espinhal, e que apesar de ter sofrido monstruosamente durante essa terrível doença, jamais, jamais o ouvimos lamentar ou reclamar de seu destino, jamais o ouvimos dizer, porque eu, ou que M… Muito pelo contrário. Viveu intensamente até o último minuto conosco. Apesar de sua pouquíssima idade, deu uma lição de vida a todos que tiveram o prazer e a benesse de conviver com ele, principalmente no seu último ano de vida. Dele busco a resignação sem a desistência.

O que é indispensável na sua vida: Estar com minha Família. Esposa e filhos. Sem eles, não sou nada.

O que é dispensável na sua vida: Mediocridade.

A quem sou grato:

  • Meu pai: Pelo seu pragmatismo e objetividade. Aprendi com ele que a maneira mais rápida de acertar é tomando uma decisão. Mesmo que não se esteja totalmente seguro.
  • Meus filhos: Sempre demonstram uma enorme admiração por mim. Agradeço por eles me ensinarem todos os dias alguma coisa nova e por me fazerem acreditar que realmente sou importante para eles. Isso é o combustível fundamental para eu tentar sempre ser melhor a cada dia. Seja como pai, seja no esporte ou como amigo deles.
  • Minha Esposa Diana: Minha melhor amiga, com quem conto sempre, nos bons e nos maus momentos. Sem ela ao meu lado há 25 anos, certamente não teria chegado aonde cheguei. Jamais serei capaz de retribuir tudo que ela fez por mim, nem que vivamos 200 anos. Talvez ela não tenha idéia de como eu a admiro!